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Maio Amarelo 2026: DETRAN-BA foca em educação e ações transversais para salvar vidas

Imprudências ainda são causas de acidentes nas vias públicas das cidades (Foto: Reprodução)

 

Chamar a atenção da população para o alto índice de mortos e feridos no trânsito é o principal objetivo do Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização que, no Brasil, ocorre desde 2014. A iniciativa reúne poder público, iniciativa privada e sociedade civil para discutir e implementar estratégias que tornem o trânsito mais seguro e sustentável. Em 2026, a campanha traz o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”.

Na Bahia, o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN-BA) lançou uma programação diversificada ao longo desta mês, com ações educativas, atividades culturais e abordagens diretas à população, tanto na capital quanto na Região Metropolitana (RMS) e no interior do estado, os 15 municípios que possuem Circunscrições Regionais de Trânsito (CIRETRANS), a exemplo de Jequié,  também receberão ações como blitzes educativas, pit stops e atividades escolares, ampliando o alcance da campanha. As CIRETRANS competirão quem desenvolve melhor as ações do Maio Amarelo na sua Região.

Segundo o diretor-geral do departamento, Max Passos, há uma necessidade de investimento na pauta durante todo o ano, mas o Maio Amarelo é o momento de concentrar todos os esforços e entes envolvidos com o trânsito.

A abertura oficial aconteceu na última segunda-feira (4), no auditório do Detran-BA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, marcando o início de uma série de iniciativas voltadas à preservação da vida no trânsito.

Na Bahia, entre janeiro de 2025 até 16 de abril de 2026, dados da Polícia Rodoviária Federal-PRF revelam que cerca de 1.478 sinistros envolvendo jovens de 18 a 29 anos foram registrados nas rodovias federais. Desse total, 353 foram classificados como graves.

O uso do aparelho celular na condução de um carro, moto ou bicicleta, passa a ser um dos fatores de risco para a ocorrência de acidentes. “Quando uma pessoa pega o celular para responder uma mensagem no WhatsApp ou uma publicação no Instagram, ele acaba tirando o foco da sua responsabilidade e dá atenção a um aparelho, o que pode gerar colisões”, enfatiza o psicólogo perito do tráfego e neuropsicólogo Antônio Israel.

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