
Nas eleições de 4 de outubro próximo, o deputado estadual Euclides Fernandes (PT), estará em busca da reeleição para o oitavo mandato consecutivo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), demonstrando o mesmo entusiasmo e confiança de pleitos anteriores.
Euclides foi entrevistado nesta quinta-feira (17/9), pelo jornalista Wilson Novaes, no programa ‘Dinâmico News”, da Rádio Povo FM Jequié, onde fez uma breve retrospectiva de sua presença nas ações políticas do município, desde sua passagem por vários mandatos pela Câmara Municipal, secretário municipal de Educação e, com destaque no setor educacional privado, com o antigo Centro de Educação Técnica (Ceteje) e, posteriormente a faculdade, onde possibilitou a formação de inúmeros profissionais nas áreas de Ciências Contábeis, Administração e Economia. “Sempre foi meu entendimento que a Educação é o maior e melhor legado que uma pessoa pode construir em sua vida”, afirmou ao lembrar de suas atividades como professor concursado do estado, com passagens pelo antigo IERP e o Centro Integrado Luiz Viana.
Com referência ao cenário político atual, Euclides revelou confiança na vitória do grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, ao considerar que existe uma boa relação dos integrantes do grupo com a lideranças das diversas regiões do estados e as populações dos municípios.
O parlamentar lembrou ainda suas intervenções e encaminhamentos para realizações de obras de ampliação de rede elétrica, ampliação da oferta de água para comunidades da zona rural, pavimentação de rodovias e, apontou como uma de suas maiores contribuições para Jequié e outros municípios da região, a implantação do curso de Medicina da Uesb em Jequié. “Abracei essa causa junto ao então governador Jaques Wagner, contando com com o apoio decisivo do ex-reitor Abel Rebouças e conseguimos que o curso fosse autorizado como era desejo de nossa comunidade”.
Por fim, indagado sobre a crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Euclides Fernandes rotulou a situação como “uma vergonha”, que segundo ele, contribui para a desconfiança e a reprovação do povo brasileiro à Corte Suprema do país.