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Donos de bancas de jornais e revistas se reinventam enfrentando perdas de clientes para a tecnologia digital

Leitura de jornais em bancas foi hábito em muitas décadas (Foto: Reprodução)

“As bancas de revistas e jornais nunca foram objeto de muita criatividade. Locais de exposição fácil, tinham que estar ao alcance das pessoas que passavam apressadas”, a análise é feita pela arquiteta e urbanista Elenara Leitão, do Blog Arquitetando Idéias.  No entanto, esse hábito de leitura, atravessou gerações e se constituiu em hábito diário para milhares de pessoas.

O hábito de frequentar bem cedo, na maioria das cidades, uma banca de jornais e revistas, para ficar inteirado das primeiras notícias de cada dia, foi se alterando com o tempo, com a extinção dos jornais impressos diários e semanais e mais acentuadamente pela adaptação da sociedade a internet.

As bancas de jornais e revistas em pontos estratégicos das cidades, tendo seus períodos de outro, quando representavam ponto de encontro de pessoas para discutirem assuntos publicados no dia-a-dia, era comum folhear publicações no local. Antes da rede mundial de computadores, as bancas, geralmente em quiosques eram a principal janela para o mundo das notícias e do entretenimento.

O nosso quadro ‘Personagens e Histórias’, do Blog Jequié Repórter/TV Web visitou a Banca de Antônio, na Rua Alves Pereira, na área central de Jequié, para conhecer o testemunho de um comerciante que resiste e se reinventa ao longo de mais de 50 anos. Assista:

 

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