
O documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, que retrata a trajetória do maior ídolo do Flamengo, estreia nos cinemas brasileiros no dia 30 de abril e promete cativar rubro-negros e fãs de futebol por todo o país. Dirigido por João Wainer, o filme reúne imagens de arquivo, registros inéditos e depoimentos sobre a carreira do ex-jogador.
O Cine JM da Vila São José Gourmet, está incluído no pool de estreia, que acontece nesta quinta-feira (30), a partir das 18h30. O empresário José Marcos Andrade, presidente do Grupo JM, em conversa com a reportagem do Blog Jequié Repórter/TV Web, não escondeu o seu entusiasmo ter a sua sala de exibições incluída nessa estreia. “Admiro o Zico como jogador de futebol, figura humana, respeitado por colegas de profissão de várias gerações e, uma imagem de excelente pai de família”, comentou.
O filme conta com entrevistas de personagens ligados à carreira de Zico, como Júnior, Carpegiani, Carlos Alberto Parreira, Ronaldo e o radialista José Carlos Araújo. Familiares do ex-jogador também participam, incluindo a esposa Sandra e os filhos, que revisitam o acervo pessoal do atleta. A narrativa, inclusive, é conduzida não só pelo Galinho, mas também pela esposa, com papel fundamental na obra.
— Na minha trajetória, não aconteceram só fatos felizes. Muita dificuldade já desde o início da minha carreira, que havia uma dúvida, uma interrogação se eu ia conseguir ser jogador ou não. O filme já começa com isso, né? Que eu era raquítico, que eu era desdentado, que eu era magrinho… (risos). Era normal que houvesse no Flamengo uma incerteza em relação a se eu ia ser jogador ou não. Não vou dizer que foi um sacrifício, pois sem sacrifício você não chega a lugar nenhum. Foi um período difícil, porque não tinha jogo, não tinha nada que motivasse, era só para ganhar físico mesmo — declarou Zico em entrevista coletiva, que antecedeu o lançamento especial no Rio de Janeiro.