A Refinaria de Mataripe, na Bahia, controlada pela Acelen, do grupo Mubadala, aumentou a gasolina em 3,6% na última quinta-feira (21), indicando a continuidade da pressão sobre os preços do combustível no mercado internacional. Já o preço do diesel S-10 ficou estável em relação à semana passada e o S-500 teve queda de 1,8%.
O reajuste acontece em um momento de queda do preço do petróleo no mercado internacional, diante de novos avanços diplomáticos entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz. Por volta das 10 horas desta sexta-feira, a commodity do tipo Brent operava em queda de 1,39%, a US% 103,4 o barril.
Apesar do aumento, a gasolina de Mataripe continua 2% abaixo do preço praticado no Golfo do México, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). Em relação ao diesel, o preço na refinaria baiana está 10% acima do exterior.
Petrobras
Já a Petrobras completa 116 dias sem alterar o preço da gasolina A defasagem média nas refinarias da estatal era de 66% no fechamento da quinta-feira, abrindo espaço para aumento de R$ 1,67 no mercado interno. A expectativa é de que a empresa anuncie o reajuste da gasolina no curto prazo, depois de ter aderido ao programa de subvenção do governo no último dia 20.
A estatal informou no entanto, que a adesão não altera a estratégia comercial, que continua levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse aos preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.
Apenas quatro cidades da Bahia – Abaíra, Lauro de Freitas, Itiruçu e Valente, estão inseridas no ranking de desenvolvimento social do Índice de Progresso Social (IPS) 2026 superando a média brasileira de 63,40. O levantamento divulgado na última quarta-feira (20), aponta Abaíra, na Chapada Diamantina, com aproximadamente 8 mil habitantes, conhecida como a capital da cachaça baiana, na liderança do ranking.
Em uma análise geral, a Bahia ocupou uma das piores posições nacionais ao atingir a média de 58,72, ficando à frente somente de cinco estados: Rondônia, Amapá, Acre, Maranhão e Pará. Ao todo, 115 cidades estão acima da média baiana, ou seja, 27,58% do estado atingiu uma média qualidade de vida. Contudo, esses números apresentam uma série histórica de desigualdades nas três categorias gerais avaliadas pelo levantamento, que foca em como a população recebe os investimentos, em contraponto aos valores em si.
A nota geral é resultado de uma média de três indicadores avaliados no índice: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. Esses indicadores usam um total de 57 bases de dados de fontes oficiais e de institutos de pesquisa.
O Conjunto Penal de Jequié-CPJ foi alvo na quinta-feira (21), da 11ª fase da Operação Mute, ação estratégica voltada à localização e apreensão de aparelhos celulares ilegalmente dentro das unidades prisionais, A ação faz parte de uma estratégia com objetivo de interromper a comunicação clandestina entre detentos e integrantes de organizações criminosas em liberdade, além de enfraquecer a atuação de facções que continuam operando de dentro dos presídios.
A ofensiva é resultado de uma articulação entre a Secretaria Nacional de Políticas Penais, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização. As ações de varredura em Jequié começaram por volta das 6h da manhã e dão continuidade às operações iniciadas na última terça-feira (19) no Conjunto Penal de Paulo Afonso.
Para ampliar a eficácia das inspeções e impedir tentativas de ocultação de materiais ilícitos, as equipes de policiais penais utilizam equipamentos tecnológicos de alta precisão, entre eles scanners corporais, aparelhos de raio-X, drones de monitoramento perimetral, bloqueadores de sinal, sistemas eletrônicos de fiscalização e georradares capazes de detectar alterações em estruturas e no solo.
A 11ª fase da Operação Mute ocorre simultaneamente em 15 estados brasileiros, priorizando unidades prisionais consideradas estratégicas pelos setores de inteligência das forças de segurança. A mobilização integra o programa federal Brasil Contra o Crime Organizado, que prevê investimentos superiores a R$ 11 bilhões no enfrentamento às organizações criminosas em todo o país.
Segundo as autoridades penitenciárias, a retirada de celulares do ambiente prisional gera impacto direto na segurança pública. A interrupção das comunicações ilegais dificulta a emissão de ordens criminosas de dentro das unidades, contribuindo para a prevenção de homicídios, assaltos e tráfico de drogas, além da redução dos índices de criminalidade nas regiões afetadas.
Mais um crime violento no rol de investigações da 9ª Coorpin em 2026
Mais um registro de homicídio nesses primeiros cinco meses de 2026 em Jequié. A vítima um jovem de 18 anos executado a tiros por volta das 4h30 da manhã de quinta-feira (21), na Rua do Mocó, no Km 4. Andrei da Silva Costa, natural de Iguaí de acordo relato dos policiais, teria sido retirado à força do interior de uma residência e executado com vários tiros em via pública.
O homicídio foi comunicado à Central de Comunicação Integrada da Polícia (CICOM), por moradores da localidade, que acionou o 19º Batalhão PM. Ao chegarem no local indicado, os policiais encontraram a vítima caída ao solo com diversas perfurações provocadas por disparos de arma de fogo calibre 5.56 mm. Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chamada ao local e constatou o óbito da vítima.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e adotar as medidas cabíveis. A motivação e autoria do crime serão investigadas pela Polícia Civil.
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), o veto 51/2025, garantindo que municípios inadimplentes com até 65 mil habitantes possam voltar a celebrar convênios e receber recursos federais. A medida representa um importante alívio para as prefeituras, especialmente na Bahia, onde cerca de 370 municípios são de pequeno porte e dependem diretamente das transferências da União para manter serviços essenciais e realizar investimentos.
Para os prefeitos baianos, que enfrentam dificuldades financeiras agravadas pelo endividamento previdenciário, uma das principais bandeiras defendidas pela UPB durante a Marcha a Brasília, a decisão significa garantir acesso a recursos fundamentais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.
Muitas cidades acabam penalizadas justamente quando mais precisam do apoio federal. Com a derrubada do veto, abre-se novamente a possibilidade de retomada de obras, aquisição de equipamentos, investimentos em pavimentação, mobilidade urbana, atenção básica e diversas ações que impactam diretamente a vida da população.
A medida fortalece o municipalismo, reconhece a realidade dos pequenos municípios e devolve capacidade de investimento às prefeituras, evitando que a população seja prejudicada por entraves burocráticos e dificuldades fiscais que muitas vezes fogem da realidade administrativa local.
Carreta pegou fogo sobre a rodovia federal (Foto: Redes sociais)
Uma carreta-baú que transportava uma carga de coco verde, pegou fogo ao sofrer uma pane no sistema elétrico no momento em trafegava pela BR-116, altura do Km 684, próximo ao Restaurante Corujão, entre os municípios de Jequié e Manoel Vitorino. O sinistro de trânsito que não causou danos pessoais, mantém o trânsito lento na região com pontos de congestionamento.
Ao perceber o início da pane, o motorista teria deixado rapidamente a cabine do veículo buscando apoio da equipe do Corpo de Bombeiros Militar para tentar combater as chamas sendo necessária a interdição da rodovia por volta das 12h15. O motorista explicou que a carreta teria apresentado pane mecânica e evoluiu rapidamente para o incêndio. O veículo seguia de Fortaleza (CE) para a cidade de São Paulo e a cabine do carro foi totalmente consumida pelo fogo.
Foto: PRF
A Polícia Rodoviária Federal trabalhou no local, orientando os motoristas para desviarem do trecho em que o veículos se encontrava. A liberação do trânsito nos dois sentidos foi restabelecido ainda na tarde de quinta, 21.
Rua está interditada para implantação da rede de esgoto
A poucos dias atrás a Prefeitura de Jequié concluiu a pavimentação da Rua Dr. José Alfredo Guimarães, via de acesso que faz a interligação do centro com o bairro São Judas Tadeu e o Loteamento Raio de Luz. A rua passa em frente ao Residencial Colinas de São Paulo e o antigo Colégio Dinâmico, área onde está sendo edificado com grande empreendimento imobiliário. Um desejo antigo de moradores de toda a região principalmente por encurtar distância e desafogar o tráfego diário das ruas Antonio Orrico e Adolfo Ribeiro.
O intrigante é que menos de um mês da conclusão da pavimentação, a rua está interditada para que a Embasa dê sequência a uma obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário na região.
Fica evidenciado, no mínimo, absoluta falta de planejamento e cronograma, entre o poder público municipal e a empresa concessionária dos serviços de água e esgoto. A bem da verdade, imagina-se que a estatal irá após concluir o trabalho estará restaurando a área afetada. No entanto, contata-se também a falta absoluta de sintonia entre os dois órgãos públicos. Em se tratando de uma obra pública que estava sendo planejada, resta tão somente aguardar a intervenção com a rede de saneamento básico, para em seguida ser executada a pavimentação.
Nadadora Pamella Andrade, um dos destaques do Clube FJS
Nesta semana, os atletas do Clube Fundação José Silveira (FJS), vinculado à Santa Casa de Jequié, intensificam, em Salvador, a preparação para as principais competições do segundo semestre. A programação de treinamentos inclui aperfeiçoamento de saída, virada e chegada, além de testes técnicos, estudos biomecânicos, adaptação à piscina olímpica de 50 metros e atividades complementares voltadas ao desempenho esportivo.
A primeira fase nacional da paranatação será disputada nos dias 17 e 18 de junho, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, com a participação de quatro atletas do Clube FJS. Entre os destaques está Pamella Andrade, convocada para representar o Brasil nos Jogos Parassul-Americanos de Valledupar 2026, que acontecem em julho, na Colômbia.
O momento reforça o crescimento do Clube Fundação José Silveira como referência nacional na paranatação. Criado inicialmente com foco na reabilitação, o projeto hoje atua na formação e no desenvolvimento de atletas para competições de alto rendimento e já figura entre os principais clubes do país nas chamadas “classes baixas” da modalidade, competindo com equipes tradicionais do cenário paralímpico brasileiro.
MPBA defende a festa do São João mantendo responsabilidade com o dinheiro público
Enquanto prefeituras baianas disputam artistas a peso de ouro para o São João, o Ministério Público da Bahia (MP) decidiu acender o sinal de alerta sobre uma prática cada vez mais comum. No caso, a farra de cachês para artistas, cujos valores vêm crescendo ano após ano, muitas vezes em cidades que enfrentam dificuldades fiscais e cobranças frequentes por melhorias em serviços públicos.
A ofensiva do MP da Bahia ganhou força após contratos milionários começarem a chamar atenção pelo ritmo acelerado de crescimento. Em alguns casos, segundo o próprio MP, artistas passaram a cobrar o dobro ou até mais, de um ano para o outro, sem explicações claras para a disparada dos valores.
“Os artistas estavam majorando os valores, anualmente, de forma indiscriminada, sem nenhum motivo aparente. Ou seja, o artista já era conhecido, já era consagrado, cobrava em um ano R$ 200 mil, no outro ano R$ 400 mil, no outro ano R$ 600 mil”, afirmou a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias de Patrimônio Público do MP, Rita Tourinho.
Botão de alarme
O cenário levou o MP e os tribunais de contas do Estado (TCE) e dos Municípios (TCM) a criarem uma espécie de régua para tentar frear a gastança. A orientação, agora, é considerar como parâmetro os cachês pagos em 2025, corrigidos pela inflação. A conta é simples: se praticamente nenhum outro contrato público cresce 20%, 30% ou até 50% em um único ano, por que os shows bancados com dinheiro público estariam escapando dessa lógica?
Até agora, mais de 50 municípios já foram acionados pelo MP. Entre eles estão cidades como Formosa do Rio Preto, Iraquara, Paramirim, Quijingue, Jequié, Irecê e Livramento de Nossa Senhora. O órgão também instaurou 129 procedimentos administrativos para acompanhar os gastos com os festejos juninos deste ano.
Limite de Atenção
A ofensiva ganhou ainda mais repercussão após o valor de R$ 700 mil passar a ser usado pelos órgãos de controle como parâmetro para identificar contratos considerados de maior risco. Embora o MP reforce que não existe um teto oficial para cachês, contratações acima desse valor passaram a exigir justificativas mais robustas das prefeituras.
Segundo o MP, cachês acima de R$ 700 mil representaram cerca de 1% das contratações registradas no Painel Junino de 2025, ferramenta desenvolvida pelo órgão para monitorar os gastos juninos. Por esse motivo, passaram a ser tratados como situações de “alta materialidade”.
O MP, porém, evita chamar a cifra de teto. Oficialmente, o valor funciona como um “limite de atenção”. Acima dele, as prefeituras precisam provar que têm saúde financeira para bancar a festa sem comprometer áreas essenciais. “Nós consideramos contratos acima de R$ 700 mil como contratações de alta materialidade, ou seja, contratações de risco”, explicou Rita Tourinho, em entrevista ao Jornal Metrópole.
Festa sim, exagero não
Apesar do cerco, o MP afirma que o objetivo não é cancelar festas. A estratégia é outra: forçar municípios e empresários a explicarem por que os cachês dispararam tão rapidamente. Segundo Rita Tourinho, empresas que representam artistas também passaram a ser acionadas judicialmente para justificar os reajustes.
“O que é que a gente quer? A gente quer que o valor da contratação se adeque à nota técnica”, afirmou a promotora. “As empresas vão ter oportunidade de explicar por que os cachês subiram tanto”, completou.
Segundo ela, o MP também tenta romper uma lógica que acabou se consolidando nos últimos anos: a de contratos fechados rapidamente, com cifras milionárias, enquanto as justificativas para os aumentos costumam surgir apenas após a repercussão pública ou atuação dos órgãos de controle.
São João cada vez mais caro
Os números ajudam a dimensionar o tamanho da disputa pelos grandes nomes do período junino. Em 2025, cidades baianas chegaram a investir cifras milionárias nos festejos:
Cacau e o chocolate voltam a ser tema no 8º Festival do AgroChocolate em Ipiaú
Uma mesa redonda, com o tema “Importação do Cacau”, na tarde desta quinta-feira (21), no Centro Poliesportivo Cultural, Dr. Salvador da Matta, na cidade Ipiaú, marcará o início do Seminário do Cacau ao Chocolate/Do Campo à Industria, evento que integra o 8º Festival Nacional do AgroChocolate do Médio Rio das Contas. O tema da palestra inicial do seminário será apresentado pelo diretor da Associação Nacional dos Produtores de Cacau, Roberto Carlos Rabelo, tendo como moderador Adilson Reis. Em seguida, às 17 horas, o presidente da Cooperativa Mista Agropecuária de Ibirataia ( Coopaibi), João Matheus de Araujo Silva, estará abordando o tema: “Cooperativismo”.
O primeiro dia do Seminário tem em sua programação para 18, o professor e engenheiro agrônomo, Antônio César Costa Zugaib, explanará sobre o “Cenário Econômico no Mercado do Cacau e Chocolate”, O tema será debatido pelos, em debate com os demais integrantes da mesa.
Programação
Sexta-feira (22/05) o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional(CAR), Jeandro Ribeiro, apresentará a metodologia para elaboração do PDCS,, formaliza o Conselho Consultivo do Projeto (CAR-CONDETER) e assina Acordo de Cooperação para o Projeto Parceiros da Mata com as prefeituras de Ipiaú, Ibirataia,Ubatã e Itagí, assim como a autorização de convênio dos Planos de Negócios com associações dos municipios de Ubatã e Gongogí.
Às 15h, o seminário prossegue às 15h, o professor da UFRB, Edeilton A. dos Santos apresenta a palestra “ Nutrição para alta produtividade do Cacau”Nutrição”, tendo como moderador Erlon Botelho.
Ás 16h acontece a mesa redonda com o tema “Fermentação de Cacau”, tendo como palestrante Wiliam Souza da Silva, moderador o produtor rural e agrônomo jequieense Renildo Peixoto.
Às 17h o Prof. Dario Ahnert, realiza a palestra: “Cacaueiros resistentes à estiagem”, e às 18h haverá uma visita técnica à Casa do Chocolate no Centro de Economia Solidária.
No sábado, dia 23, às 8h, acontecerá uma Mesa Redonda focada no tema “Monilíase do Cacaueiro”, tendo como palestrantes o pesquisador do Cepec/Ceplac, Uilson Vanderlei Lopes; o fiscal de defesa agropecuária-ADAB-, Raimundo José Ferreira; e a auditora fiscal e pesquisadora, Karina Peres Gramacho ,PhD em Fitopatologia Florestal pela Universidade da Florida, Wallace Setenta é o moderador dessa discussão.
Às 9 horas, outra Mesa Redonda , com o tema Expansão da Cacauicultura no Brasil”, tendo como palestrantes: Moisés Schmidt (Presidente da Associação dos Irrigantes da Bahia, e Nixon Muniz (Produtor de Cacau no Semiárido da Bahia). O moderador será Valnei Pestana (Vice Presidente da Câmara Setorial do Cacau) .
Às 10h será debatido o tema Atualização das Ações das Instituições ligadas ao Agronegócio tendo como palestrantes Fausto Pinheiro ( Presidente da Câmara Setorial do Cacau Estado da Bahia); Thiago Guedes Viana ( Diretor Geral da CEPLAC), Lans Almeida ( Superintendente da Bahiather); Paulo Sérgio Menezes Luz (Diretor Geral da ADAB)e Vivaldo Goes de Oliveira (Secretário de Agricultura do Estado da Bahia), moderador Claudio Machado(Gestor de Projetos do Sebrae/Jequié).
Ás 14h, palestra Cacau Fino – Do plantio à colheita”, palestrante Leandro Batista Peixoto e moderador Cristiano Vilella. Logo depois o palestrante Cristiano Sant’ana, tema Classificação de Cacau para Cacau Fino.
A palestrante em seguida será Aurora Andrade (Senai/Cimatec) a respeito das Novas Tecnologias na Transpormação do Cacau em Chocolate, com abordagens de também Cristiano Sant’ana ( Senai/Cimatec) .
Finalizando o Seminário do Cacau ao Chocolate, às 16 horas, os produtores Valdir Tavares e Damiana Martins comentam a respeito da Contribuição da Agricultura Familiar na Produção de Cacau e seus Derivados, tendo como moderadora Rita Rodrigues, coordenadora do Território Médio Rio das Contas.
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