Wilson Novaes
14/09/2026
A troca de declarações entre Vanuza do Cacau e o deputado federal Dal Barreto ganhou um novo capítulo. Após declarações do parlamentar associando as críticas feitas por Vanuza à disseminação de “fake news”, ela decidiu responder publicamente e apresentar registros que, segundo afirma, sustentam o que vem dizendo sobre a atuação do deputado em pautas da cacauicultura.
No vídeo acima, Vanuza relembra a votação de um pedido de retirada de pauta durante a tramitação do projeto que tratava do percentual mínimo de cacau nos chocolates. Ela argumenta que apoiar a retirada poderia interromper a apreciação da matéria e contesta a versão de que o projeto retornaria rapidamente à pauta.
A discussão ocorre em torno de uma pauta que posteriormente avançou no Congresso e resultou na legislação que estabeleceu percentuais mínimos de cacau para chocolates e derivados.
Vanuza também rebate a afirmação de que não teria serviços prestados à cacauicultura. Ela afirma atuar desde 2022 na defesa do setor, participando de mobilizações, reuniões e articulações junto a parlamentares, mesmo sem exercer mandato político.
Outro ponto destacado é a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, em 15 de outubro de 2025, para discutir os impactos das regras de importação de amêndoas de cacau. Dal Barreto não participou do encontro.
Um dia antes da audiência, em 14 de outubro, o parlamentar havia sido alvo de uma medida de busca e apreensão da Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean. Ele foi abordado no Aeroporto de Salvador, quando seguia para Brasília, e teve o celular apreendido. A operação investiga suspeitas relacionadas a desvios de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. Ser alvo de uma investigação não significa condenação, e Dal Barreto declarou à época confiar nas instituições e que demonstraria sua inocência.
É nesse contexto que Vanuza questiona o conhecimento do parlamentar sobre os problemas enfrentados pelo setor. Para ela, caso tivesse participado daquela audiência, Dal Barreto teria tido contato mais amplo com as reivindicações apresentadas pelos produtores e também com o trabalho desenvolvido por ela.
Vanuza ainda contesta outros posicionamentos atribuídos ao deputado e afirma que os registros citados no vídeo estão disponíveis para consulta.
Sobre a declaração de que estaria buscando votos, ela responde diretamente: “Claro que eu quero o voto das pessoas. Sou caA troca de declarações entre Vanuza do Cacau e o deputado federal Dal Barreto ganhou um novo capítulo. Após declarações do parlamentar associando as críticas feitas por Vanuza à disseminação de “fake news”, ela decidiu responder publicamente e apresentar registros que, segundo afirma, sustentam o que vem dizendo sobre a atuação do deputado em pautas da cacauicultura.
No vídeo, Vanuza relembra a votação de um pedido de retirada de pauta durante a tramitação do projeto que tratava do percentual mínimo de cacau nos chocolates. Ela argumenta que apoiar a retirada poderia interromper a apreciação da matéria e contesta a versão de que o projeto retornaria rapidamente à pauta.
A discussão ocorre em torno de uma pauta que posteriormente avançou no Congresso e resultou na legislação que estabeleceu percentuais mínimos de cacau para chocolates e derivados.
Vanuza também rebate a afirmação de que não teria serviços prestados à cacauicultura. Ela afirma atuar desde 2022 na defesa do setor, participando de mobilizações, reuniões e articulações junto a parlamentares, mesmo sem exercer mandato político.
Outro ponto destacado é a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, em 15 de outubro de 2025, para discutir os impactos das regras de importação de amêndoas de cacau. Dal Barreto não participou do encontro.
Um dia antes da audiência, em 14 de outubro, o parlamentar havia sido alvo de uma medida de busca e apreensão da Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean. Ele foi abordado no Aeroporto de Salvador, quando seguia para Brasília, e teve o celular apreendido. A operação investiga suspeitas relacionadas a desvios de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. Ser alvo de uma investigação não significa condenação, e Dal Barreto declarou à época confiar nas instituições e que demonstraria sua inocência.
É nesse contexto que Vanuza questiona o conhecimento do parlamentar sobre os problemas enfrentados pelo setor. Para ela, caso tivesse participado daquela audiência, Dal Barreto teria tido contato mais amplo com as reivindicações apresentadas pelos produtores e também com o trabalho desenvolvido por ela.
Vanuza ainda contesta outros posicionamentos atribuídos ao deputado e afirma que os registros citados no vídeo estão disponíveis para consulta.
Sobre a declaração de que estaria buscando votos, ela responde diretamente: “Claro que eu quero o voto das pessoas. Sou candidata, mas quero conquistá-lo mostrando a verdade e o trabalho que já faço há quatro anos pela cacauicultura, mesmo sem mandato.”
Ao final, Vanuza pede que o deputado não volte a classificá-la, ainda que indiretamente, como mentirosa e afirma que continuará apresentando sua versão e os documentos que considera necessários para sustentar suas declarações.
Ao final, Vanuza pede que o deputado não volte a classificá-la, ainda que indiretamente, como mentirosa e afirma que continuará apresentando sua versão e os documentos que considera necessários para sustentar suas declarações.
“Farei quantos vídeos forem necessários para expor a verdade”, afirma Vanuza.