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Informais da “feira da troca” cobram da prefeitura de Jequié espaço adequado para o comércio

Espaço onde a “feira da troca” está funcionando nos últimos meses

 

O comércio informal de troca e venda de mercadorias usadas permanece com permissão da prefeitura para funcionar em um terreno lateral à Rua Gustavo Santos Ribeiro, ao lado do muro que circunda os edifícios Almerinda e Hildete Lomanto. Os moradores dos apartamentos dos quatro prédios, também são contrários ao funcionamento da feira no local.

Para a maioria dos comerciantes da área, que se organizaram e fundaram uma associação, para terem representatividade jurídica, o local é inadequado e não oferece condições mínimas de funcionamento. “Fomos entregues à própria sorte. Nos tornaram invisíveis”, afirmou o comerciante José da Silva Meira, que diz ter levado o sustento de sua família por muitos trabalhando na informalidade.

Na quinta-feira passada (12), uma comissão de pessoas ligadas ao setor, esteve na Câmara Municipal, onde foram recebidos por alguns vereadores. “Saímos do local sem nenhum avanço em nossas reivindicamos”, disse Olímpio Alves do Nascimento.

A alegação do grupo é que a maioria deles é formado por pais de família que precisam trabalhar para sustentar seus dependentes. “Somos cidadãos, eleitores, seres humanos e não merecemos ser tratados com essa indiferença, como se fossemos invisíveis, com absoluto desprezo”, afirmaram.

 

José Meira e Olímpio Nascimento querem retornar ao espaço próximo ao CEAVIG

 

A principal proposta do grupo é retornar para uma área que margeia o Rio Jequiezinho, de onde foram retirados pela prefeitura para a ampliação do espaço de estacionamento rotativo no entorno do Centro de Abastecimento Vicente Grillo-CEAVIG. A obra iniciada pela prefeitura está paralisada mas, afirmam os comerciantes informais terem conhecimento da decisão do prefeito Zé Cocá, de não aceitar negociar da feira para esse local.

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