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Alegando desatenção e falta de investimentos Associação da Guarda Municipal de Jequié inicia mobilização na Câmara de Vereadores nesta terça (3)

Foto: Reprodução/ilustrativa

 

Integrantes da Guarda Civil Municipal de Jequié, através da Associação de classe, iniciam na tarde desta terça-feira (3), na sessão da Câmara de Vereadores, uma pauta que busca chamar a atenção dos poderes Legislativo e Executivo de Jequié, para uma séries de problemas enfrentados pela instituição, que possui 73 anos de existência e, caminha em meio a falta de investimentos, situação que compromete as condições de trabalho dos agentes, impactando diretamente na segurança da população jequieense. Além de levarem suas reivindicações à Câmara Municipal, a Associação da Guarda Civil Municipal de Jequié, tem na agenda uma caminhada no dia 10, até o prédio-sede da Executivo, onde espera ser recebida pelo prefeito Zé Cocá e no dia 12, uma vigília no entorno da Praça Duque de Caxias.

Num documento elaborado e de divulgado na imprensa local, a Associação revela que a Guarda Municipal conta com duas viaturas em uso e cinco desativadas por falta de efetivo, veículos que foram adquiridas por meio de emendas parlamentares e doação do Ministério da Justiça, não havendo investimento direto do município nesse aspecto.

Apontam ainda falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), de material bélico e também a não contratação de empresa para a realização do curso de armamento, etapa essencial para que a atuação da Guarda ocorra de forma segura e dentro da legalidade. Ressalta a entidade que o SINDGUARDAS da Bahia mantém processo judicial contra a Prefeitura de Jequié, justamente pela ausência de EPIs e pelas precárias condições de serviço.

”O fardamento fornecido, há mais de dois anos, é incompleto, restringindo-se a gandola, calça, blusa branca e coturno A entidade com mais de sete décadas de fundada, não dispõe de sede própria. As motocicletas adquiridas por meio de emenda impositiva de vereador, no ano de 2024, não são utilizadas por falta de equipamentos, permanecendo paradas sem cumprir sua função no patrulhamento ostensivo.

O efetivo da GCM encontra-se reduzido, em desacordo com a Lei Federal nº 13.022/2016. O último concurso público no quadro foi realizado em 2012, e no concurso mais recente não foram ofertadas vagas para a categoria, demonstrando, mais uma vez, o esquecimento da GCM pela gestão municipal.

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