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Avião contratado pela CBF retorna ao Brasil com apenas um atleta da seleção brasileira

Foto oficial da delegação brasileira no embarque para os EUA

 

No dia 1º de julho deste ano, contratado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), levantou voo no aeroporto do Galeão no Rio de Janeiro, que conduzia a Nova Jersey, Estados Unidos, no gigante metálico de R$ 1,1 bilhão, a delegação da seleção brasileira de futebol, composta por 26 jogadores, a comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti, além de funcionários e dirigentes, para a disputa da Copa do Mundo de 2026.

No dia 20 de julho, estava previsto o retorno da delegação, na mesma aeronave com os seus integrantes tendo em mãos a taça dourada que nos garantiria o título  do hexacampeonato mundial. Estavam reservados para o retorno, a partir da saída de Nova York com a cobiçada taça que não conquistamos desde 2002, o acompanhamento da aeronave quando entrasse em território nacional, o acompanhamento por caças da Força Aérea Brasileira (FAB), até o desembarque em Brasília, onde a taça seria apresentada ao presidente da República do Brasil.  acompanhariam o avião assim que entrasse em território nacional.

Logo essa visita à capital federal, a delegação seguiria para o Rio de Janeiro, onde aconteceria o  desfile em carro aberto, os demais jogadores fariam a mesma coisa nos seus estados de origem.

Todo esse sonho virou pura melancolia. A certeza de 28 anos de jejum garantiu o desinteresse.

Apenas Danilo entre os 26 convocados teve a coragem de entrar no Boeing 767-300ER, da Aeronexus, da África do Sul, com 96 lugares de primeira classe. O goleiro Leo Naneti, do Sub-20 que treinou com os convocados também esteve no voo de volta ao Brasil.

Nem no avião de extremo luxo que a CBF colocou à disposição dos 26 atletas que levou para a terra de Trump.

Os inúmeros motivos do fracasso de nossa seleção de futebol já estão sendo dissecados nas redes sociais, nos portais, nas intermináveis mesas redondas, no Brasil e no mundo. Não vamos responsabilizar pelo fiasco, ao avião de extremo luxo que a CBF colocou à disposição dos 26 atletas que levou para a terra de Trump e que havia saído de nosso país, cercado de carinho, batucada e muita esperança. Retornam apenas, os tripulantes da aeronave, os funcionários e dois atletas, entre os quais apenas um deles na relação de convocados. Os demais jogadores e o técnico seguiram para outros destinos.

Texto: R7/Redação Blog Jequié Repórter

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