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Cachoeira revive sua história e volta a ser capital simbólica da Bahia

Solenidade da instalação simbólica da Capital da Bahia em Cachoeira

 

Pela primeira vez desde que a transferência simbólica da capital da Bahia para Cachoeira foi instituída, os três Poderes estaduais — Executivo, Legislativo e Judiciário — instalaram simultaneamente suas sedes na cidade histórica do Recôncavo nesta quinta-feira (25). O ato marcou a abertura oficial das  celebrações  pela Independência da Bahia e reforçou o protagonismo do município, onde, em 25 de junho de 1822, tiveram início os primeiros confrontos contra as tropas portuguesas que culminariam na vitória baiana em 2 de Julho de 1823.

A mudança temporária da capital está prevista na Lei Estadual nº 10.695/2007 e é realizada desde 2008. Neste ano, pela primeira vez, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e o Ministério Público também aderiram à iniciativa, transformando Cachoeira no centro simbólico dos três Poderes. A cerimônia contou com  o governador Jerônimo Rodrigues, além da presença do vice-governador Geraldo Júnior, da primeira-dama Tatiana Velloso, da prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga, além de autoridades civis, militares e religiosas.

A programação cívica contou ainda com o hasteamento das bandeiras, o tradicional Te Deum na Igreja Matriz, sessão solene na Câmara Municipal, entrega de títulos de cidadania e da Comenda 25 de Junho, além do descerramento da placa que oficializou a transferência simbólica dos três Poderes.

Entre os homenageados com o título de cidadão cachoeirano estiveram a primeira-dama Tatiana Velloso, o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, a presidente da Alba, Ivana Bastos, o procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e o presidente do TJBA, José Rotondano. A Câmara também concedeu a Comenda 25 de Junho à sambadeira Dona Dalva e ao historiador Jacó dos Santos Souza.

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