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Movimento antimanicomial leva debate e propostas às ruas de Jequié

Atriz Helisleide Bomfim teve participação especial no evento

 

O movimento antimanicomial no Brasil luta social e política iniciada nos anos 1970, em defesa do tratamento humanizado para pessoas com sofrimento mental, o fim da internação forçada e o fechamento dos hospitais psiquiátricos, tem celebração em Jequié com a II Parada do Orgulho Louco, na segunda-feira (18) e uma roda de conversa entre profissionais que atuam no setor da saúde mental e adeptos da causa, nesta terça (19), na Praça Sancho Xavier (Viveiro).  Marcado este ano pelo tema “Da Exclusão à Liberdade: Memória e Resistência na Luta Antimanicomial”, o movimento defende uma sociedade sem manicômios,  busca a reinserção social e a cidadania, substituindo o isolamento por redes de cuidado comunitário, como os CAPS.

Este ano em Jequié, o evento contou com a presença da atriz baiana  Helisleide Bonfim, técnica de enfermagem, militante da luta antimanicomial e ativista de direitos humanos.  que apresentou uma performance do seu trabalho direcionado ao tema. Helisleide vencedora do renomado Prêmio Braskem de Teatro na categoria Revelação em 2019 (recebido em 2020) por sua atuação no espetáculo Holocausto Brasileiro – Prontuário da Razão Degenerada, de Diego Araújo.

O movimento deste ano contou com a participação de docentes do Curso de Enfermagem da Uesb e comissão organizadora da Semana de Enfermagem em Jequié, das coordenaões do CAPS Guito Guigó e CAPS/AD, Secretaria de Saúde do município, coordenação de Educação Permanente.

 

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