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Reajuste nos preços dos remédios a partir de 1º de abril

Crédito: Unsplash

 

O reajuste de preços de medicamentos, que passa a valer a partir de 1 de abril, deverá variar entre 1,9% e 4,6%. O cálculo foi feito a partir dos fatores moderadores divulgados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). O fator de produtividade (fator x) será de 2,683%. O valor do fator Y (preço relativo entre setores) foi equiparado a zero. Embora ainda não divulgado, o outro fator, batizado de Z, também deverá ser equiparado a zero. Os fatores serão aplicados à variação do IPCA.

Embora a variação de 12 meses ainda não esteja completa, é possível fazer algumas projeções. Desta forma, contabilizados os valores atuais, os produtos que enfrentam maior concorrência, os de nível 1, terão reajuste estimado de até 4,6%. Os que integram o mercado de concorrência intermediária, classificados como nível 2, terão uma previsão de aumento em torno de 3,25%. Já aqueles de nível 3, que são os de menor concorrência, terão aumento máximo estimado em até 1,9%. Os produtos de nível 2 são os mais numerosos.

O mercado de medicamentos tem os reajustes definidos pela CMED. A regra vale para quase todos os produtos, com exceção de fitoterápicos, remédios homeopáticos e isentos de prescrição com alto índice de concorrência. O reajuste ocorre uma vez por ano.

Os valores estabelecidos, contudo, fixam apenas o teto. É comum que o consumidor encontre medicamentos com desconto sobre o valor do preço máximo e o teto de preços impede aumentos excessivos.

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